Aulas individuais de inglês, online, para adultos que já estudaram bastante e querem, enfim, conversar.
Você entende o que lê. Acompanha série sem legenda, quase sempre. Mas na hora de responder existe um intervalo — pequeno, mas real — entre o que você quer dizer e o que sai.
E o que sai é sempre mais simples do que você é.
Esse intervalo é a tradução mental acontecendo. Ele não fecha estudando mais gramática.
Dois caminhos
Trata a língua como matéria escolar: regra, exercício, prova. Produz alunos que sabem explicar o present perfect e travam ao pedir uma informação na rua.
Trata a língua como algo que se absorve pelo uso, em contexto real. É como você aprendeu português — e é o caminho pelo qual um adulto chega a falar sem traduzir mentalmente.
Não é que a gramática não sirva. É que ela entra depois, como observação do que você já usa — não como ponto de partida.
“Aprender inglês sempre foi uma barreira para mim. Até o momento que precisei fazer a prova de proficiência do doutorado. Fiz alguns meses de aulas com o prof Eduardo Portela, me inscrevi para a prova e o resultado não foi outro que a aprovação. Às vezes a gente só precisa de uma meta, de um objetivo real para aprender algo novo.”
Rosana Fernandes — doutora em Educação pela Unicamp
“Estudo inglês desde sempre. Sempre estudando, mas sempre com medo de falar. A experiência nas aulas com o professor Eduardo foi ótima: perdi o medo de falar. Além disso, a cada dia ele trazia assuntos tão diversos que me faziam sair da caixinha. Tivemos até aula de culinária! E tudo de um jeito divertido. Mas o principal para mim foi conseguir abordar as pessoas para conversar em inglês, inclusive no trabalho. Essa foi a novidade: parar de me esconder.”
Vera Izuno — Coordenadora Financeira da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT)
Como é a aula
Nada de material genérico e diálogo de livro. Eu preparo o material a partir do que interessa a você — o que você lê, o que você faz, o que você quer conseguir dizer.
Não é performance nem exercício de pronúncia. É o jeito mais direto de treinar ritmo até a frase sair inteira, sem parar no meio para procurar a palavra.
Algumas pessoas preferem o ajuste na hora; outras congelam se são interrompidas e precisam terminar a frase primeiro. A gente descobre qual é o seu caso e a aula passa a funcionar assim.
Ao longo do percurso você constrói textos e áudios próprios. É o que permite olhar para trás daqui a seis meses e ouvir a diferença, em vez de tentar lembrar dela.
Não tem nota, não tem constrangimento, não tem ninguém esperando com cara de paciência. Tem conversa de verdade, toda semana.
“Achei que ia ser decoreba de lista de verbo. Na prática o conteúdo foi Dickens, Red Hot Chili Peppers, RPG e até vocabulário de segurança da informação. Estudar falando de coisa que eu já gosto mudou completamente a minha frequência nas aulas.”
Bruno Gonçalves — desenvolvedor web na Agência BRTM
“Na minha primeira aula já percebi que o mais importante na conversação é conseguir comunicar o que se quer e que existem vários caminhos para fazer isso com graça e correção.”
Rafael Godoi — professor de Ciências Sociais na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)
“Trabalho como Secretária-Executiva em uma Câmara de Comércio, e o inglês é essencial para a minha profissão. Meu chefe lia os jornais todos os dias e gostava de conversar sobre as notícias. O Eduardo percebeu isso e passou a trazer notícias para as aulas, para lermos e discutirmos juntos em inglês. Foi assim que comecei a falar de uma maneira muito mais natural. Hoje, consigo conversar sobre notícias, trabalho, vida e praticamente qualquer assunto.”
Ana Cristina — Secretária-Executiva na Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB)
Quem sou
Eduardo W. Portela
Ensino inglês desde 2001 e trabalho como intérprete de conferência entre inglês, português e espanhol.
Aprendi inglês morando na Cidade do México, na adolescência — por uso, não por regra. Comecei a ensinar dentro da abordagem de aquisição de linguagem e nunca saí dela.
Escrevi o material de inglês do EJA – Mundo do Trabalho, programa da Secretaria de Educação de São Paulo distribuído em todo o estado, para adultos que voltaram a estudar depois de anos parados. Sei o que esse formato consegue fazer — e sei onde ele para.
Em 2018 fui um dos tradutores de Truth Will Prevail, de Luiz Inácio Lula da Silva, publicado em Nova York pela OR Books e em Nova Délhi pela LeftWord Books. Traduzir para o inglês, e não do inglês, é o caminho mais difícil — é produzir texto publicável numa língua que não é a sua. Interpretar é fazer isso sem tempo para pensar.
É exatamente aí que a maioria dos alunos trava. E é esse trecho que a gente treina.
Formação em interpretação de conferências pela PUC-SP · Interpretação simultânea na Cúpula dos Povos, Belém, 2025
Como funciona
Antes de qualquer coisa, eu pergunto qual é a sua história com o inglês. Não o seu nível — a sua história: as escolas por onde você passou, o que funcionou, o que travou, o que ficou pela metade.
Quase sempre é aí que aparece o motivo real do travamento. E quase nunca é falta de vocabulário.
A conversa é sem compromisso. A partir dela a gente decide o ritmo, o horário e por onde começar.
Depois disso, é aula individual, online, com horário fixo reservado para você. Mensalidade fixa — você escolhe o ritmo uma vez, no começo, e não precisa decidir de novo toda semana.
O valor depende da frequência e da duração dos encontros. A gente vê isso na conversa, sem pressa.
“Faço parte de uma geração de brasileiros que não conseguiu ser fluente em inglês. Ora eu tinha tempo mas não tinha dinheiro ou vice-versa. Consegui “me virar” para fazer mestrado, doutorado, consegui dar condições para que minhas filhas se tornassem fluentes e já estava quase aceitando que “não era pra mim” quando conheci o método do professor Eduardo. Estamos estudando e nos divertindo e talvez falar inglês seja pra mim, também. Pretendo viajar e conversar com estranhos.”
Elizabeth Hernandes — servidora federal, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG)
Me conte onde você trava. Eu respondo pessoalmente.
Prefere ir direto? Me chame no WhatsApp.
Falar no WhatsApp