Aulas individuais de inglês, online, para adultos que já estudaram bastante e querem, enfim, conversar.
Você entende o que lê. Acompanha série sem legenda, quase sempre. Mas na hora de responder existe um intervalo — pequeno, mas real — entre o que você quer dizer e o que sai.
E o que sai é sempre mais simples do que você é.
Esse intervalo é a tradução mental acontecendo. Ele não fecha estudando mais gramática.
Dois caminhos
Trata a língua como matéria escolar: regra, exercício, prova. Produz alunos que sabem explicar o present perfect e travam ao pedir uma informação na rua.
Trata a língua como algo que se absorve pelo uso, em contexto real. É como você aprendeu português — e é o caminho pelo qual um adulto chega a falar sem traduzir mentalmente.
Não é que a gramática não sirva. É que ela entra depois, como observação do que você já usa — não como ponto de partida.
Como é a aula
Nada de material genérico e diálogo de livro. A gente trabalha com o que interessa a você — o que você lê, o que você faz, o que você quer conseguir dizer.
Não é performance nem exercício de pronúncia. É o jeito mais direto de treinar ritmo até a frase sair inteira, sem parar no meio para procurar a palavra.
Algumas pessoas preferem o ajuste na hora; outras congelam se são interrompidas e precisam terminar a frase primeiro. A gente descobre qual é o seu caso e a aula passa a funcionar assim.
Ao longo do percurso você constrói textos e áudios próprios. É o que permite olhar para trás daqui a seis meses e ouvir a diferença, em vez de tentar lembrar dela.
Não tem nota, não tem constrangimento, não tem ninguém esperando com cara de paciência. Tem conversa de verdade, toda semana.
Como funciona
Mensalidade fixa — você escolhe o ritmo uma vez, no começo, e não precisa decidir de novo toda semana.
A partir de R$ 640 por mês, conforme a frequência e a duração dos encontros.
Antes de qualquer coisa, eu pergunto qual é a sua história com o inglês. Não o seu nível — a sua história: as escolas por onde você passou, o que funcionou, o que travou, o que ficou pela metade.
Quase sempre é aí que aparece o motivo real do travamento. E quase nunca é falta de vocabulário.
A conversa é sem compromisso. A partir dela a gente decide o ritmo, o horário e por onde começar.
Quem sou
Eduardo W. Portela
Ensino inglês desde 2001 e trabalho como intérprete de conferência entre inglês, português e espanhol.
Aprendi inglês morando na Cidade do México, na adolescência — por uso, não por regra. Comecei a ensinar dentro da abordagem de aquisição de linguagem e nunca saí dela.
Em 2018 fui um dos tradutores de Truth Will Prevail, de Luiz Inácio Lula da Silva, publicado em Nova York pela OR Books. Traduzir para o inglês, e não do inglês, é o caminho mais difícil — é produzir texto publicável numa língua que não é a sua. Interpretar é fazer isso sem tempo para pensar.
É exatamente aí que a maioria dos alunos trava. E é esse trecho que a gente treina.
Formação em interpretação de conferências pela PUC-SP · Registro no diretório da AIIC · Interpretação simultânea na Cúpula dos Povos, Belém, 2025
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pelo depoimento e o texto entre ... pelo nome e contexto. Para um terceiro depoimento, copie um blocoQuem estuda comigo
COLE AQUI O PRIMEIRO DEPOIMENTO.
Nome S., contextoCOLE AQUI O SEGUNDO DEPOIMENTO.
Nome S., contextoMe conte onde você trava. Eu respondo pessoalmente.